Durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, a equipe do Mundi News Blog entra de férias. O blog voltará ano que vem com muitas novidades, reforçando ainda mais o seu compromisso com a notícia e a boa informação. Desde já, agradeço a todos que acessaram o blog durante o ano e desejo um ótimo Natal, um 2009 excelente e que possamos ano que vem contar com o apoio e o carinho de todos vocês. Mas, como a informação não tira férias, nós continuaremos de plantão e sempre que necessário, entraremos no ar com as últimas notícias através do "EN Plantão" ou mesmo do webjornal "Últimas Notícias". Obrigado mais uma vez a todos e até ano que vem!!! ;D
Dilma é recebida como candidata a presidente em reunião do PT
Convidada para abrir encontro de prefeitos eleitos pelo PT, nesta sexta-feira, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, foi tratada como a candidata do partido para a eleição presidencial de 2010.
Anunciada pelo mestre de cerimônias do evento como a representante das "expectativas de continuidade dos petistas" e das "realizações do governo Lula", Dilma discursou por cerca de meia hora e ao final foi aplaudida de pé.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem afirmado que Dilma é a sua escolhida para a disputa pela sucessão. O presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP) disse a jornalistas concordar com Lula. Ele ponderou que o partido aguardará o ano que vem para saber se outras pessoas têm as mesmas pretensões, mas destacou as qualidades da ministra, que tem "um perfil de gestão, agregação, conta com o respeito dos empresários e dos trabalhadores e é ligada ao desenvolvimento".
"Não vejo candidatura melhor do que a dela", declarou Berzoini.
Para o presidente do PT, o partido só deve anunciar oficialmente o candidato em fevereiro ou março de 2010, pois a decisão não pode atrapalhar a agenda de Dilma como ministra. "O momento correto de formalizar é em 2010, o ano da eleição."
Fonte: G1 (editado). 12/12/2008.
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Nunca é bom a gente pôr o carro na frente dos bois, já dizia o dito popular. Ainda seguindo a linha dos dizeres, quem arrisca não petisca, mas nunca é de má ordem ter um pouco de cautela. Melhor um passarinho (de preferência os bicudos) na mão do que dois voando - ou uma estrela solitária que não faz Brasil.
Nome Coordenador: Maicon Leandro da Costa Fone Serviço: (47) 3372-8003 Fone Residencial: (47) 3423-1061 Celular: 9922-0449 ou 9922-0512 E-mail: comandodc@terra.com.br
Defesa Civil cria 0800 para informações sobre ajuda às vítimas da chuva
A partir das 16h deste domingo (30), a Defesa Civil de Santa Catarina disponibiliza um número de discagem gratuita para os interessados em fazer doação por depósito bancário para ajudar as vítimas das enchentes em Santa Catarina. Por meio do 0800 48 2020 será possível obter todas informações sobre Bancos e contas bancárias abertas para esse fim. A Defesa Civil orienta para que as doações sejam preferencialmente em dinheiro, através das contas disponibilizadas. Se não for possível, pequenas quantidades de doações materiais (alimentos, roupas, entre outros) devem ser direcionas para as Coordenadorias Municipais de Defesa Civil, empresas e instituições que promovem arrecadações. Nos estados do Sul do Brasil, doações, de até 30 quilos, podem ser enviadas através das agências dos Correios. Para doações maiores a orientação deve ser solicitada nos telefones: (48) 4009-9886 ou 4009-9879. A Defesa Civil catarinense está coordenando o encaminhamento de todas as doações para os seis Centros de Arrecadação e Distribuição montados pelo Governado do estado, através das Secretarias de Desenvolvimento Regional (SDRs), nas cidades de Timbó, Jaraguá do Sul, Blumenau, Itajaí, Joinville e Brusque. O transporte dos suprimentos, na maioria das vezes, é feito por transportadoras voluntárias ou pelas próprias empresas que fazem as doações. As SDRs coordenam a distribuição, de toda a ajuda, para os abrigos dos municípios afetados pelo desastre.
O Ministério da Fazenda sustenta que está fazendo um ajuste fiscal pois as despesas de custeio, pessoal e previdência estão crescendo abaixo da expansão das receitas e do Produto Interno Bruto (PIB) nominal. É o que diz hoje, por exemplo, o secretário do Tesouro, Arno Augustin. É verdade que as despesas seguem atrás, mas isso não é ajuste. Ocorre que a inflação, que ficou alta neste ano, afeta diretamente a arrecadação de impostos, feita sobre preços nominais, e impacta imediatamente a apuração do PIB. Ou seja, é como se receita e PIB fossem indexados à inflação, mensalmente. A despesa não é. Os gastos dependem do que está previsto no orçamento e não são corrigidos todo mês pela inflação decorrida. Assim, quando a economia cresce mais forte que o previsto e quando a inflação também avança mais que a previsão, como ocorreu, a receita e o PIB vão necessariamente mais depressa que a despesa. Mas o movimento inverso também ocorre. Quando a economia desacelera e a inflação cede, receita e PIB nominal caem, mas não as despesas, ou a maior parte das despesas. Tome-se o caso dos gastos com pessoal. No acumulado janeiro a outubro de 2008, os gastos com pessoal cresceram 10,1% sobre o mesmo período do ano passado. A arrecadação total aumentou 18% e o PIB nominal, 12,7%. Arrecadação e PIB podem desacelerar, mas os gastos de pessoal não caem. E o governo já acertou e contratou diversos reajustes para os próximos anos. Em resumo, as contas públicas estão sendo beneficiadas por um período excepcional de crescimento com inflação. Outro malabarismo. A Fazenda diz que o crescimento dos investimentos foi de 74% (no caso do Projeto Piloto de Investimentos, obras públicas) e de 41% quando se contabilizam todos os investimentos, incluindo setores de saúde e educação. Faz uma boa impressão, mas é que se parte de valor muito baixo. Até outubro, por exemplo, o gasto total com investimentos foi de R$ 20 bilhões. Os outros três itens de despesas: previdência, R$ 160 bilhões, pessoal, R$ 102 bilhões; e custeio, R$ 106 bilhões.
Por Carlos Alberto Sardenberg, em sua coluna no G1. 25/11/2008
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E assim segue o Brasil, sempre à mercê da vontade – às vezes sem qualquer fundamento – dos nossos líderes. O negócio é saber até quando a corda-bamba do brasileiro, incrustada nesses malabarismos, vai suportar. Questão de tempo – e pouco tempo.
Barack Obama está sendo pressionado a matricular suas duas filhas numa escola pública de Washington – talvez seja mais fácil um negro se eleger presidente do que ele aceitar essa pressão. Afinal, as escolas públicas daquela cidade são conhecidas pelo péssimo desempenho, violência, drogas, especialmente entre os negros.
O que me intriga nesse debate é o fato de que a capital da nação mais poderosa do mundo tem dificuldade de lidar com a violência de seus alunos – e daí se vê a dificuldade que temos e vamos continuar tendo no Brasil, onde não dispomos, nem remotamente, de tantos recursos. Por isso, recomendo a leitura de um livro chamado "A Pedagogia do Cuidado", do educador Celso Antunes, que está sendo lançado nesta semana, sobre a experiência da Casa do Zezinho, que fica no chamado "triângulo da morte" de São Paulo. São relatos de casos de educação contra a barbárie, fazendo com que os jovens se expressem e se encantem pelo conhecimento.
Um exemplo é a de uma menina que se prostituía na favela. Num truque pedagógico, Dagmar Garroux ofereceu-lhe então um treino para ser prostituta com muito dinheiro, preparada para trabalhar em Brasília. Isso implicou estudar mais e cuidar do corpo para valorizar a "mercadoria". A menina fez ensino médio, entrou num curso pré-vestibular, passou na USP e se formou em odontologia.
O caso, que está detalhado no www.catracalivre.com.br, mostra que não basta dinheiro para enfrentar a violência. É preciso oferecer espaço de sonho – por isso, a ex-futura-prostituta de Brasília virou dentista. E também um negro órfão, criado por uma avó, se tornou presidente.
Por Gilberto Dimenstein, em sua coluna na Folha Online. 15/11/2008
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Superação é uma palavra que, às vezes, as circunstâncias da vida e o desânimo de alguns fazem se camuflar. Em todas as áreas da vida, deixar que fatores prescindíveis nos calem é inaceitável, já que exemplos de como força de vontade ergue mitos não são raros. Na política, como vimos, tudo também pode acontecer – e, quem diria, nos Estados Unidos, ventos novos soprarão! Tomara que, um dia, uma nova “prostituta” surja no poder para tentar mudar os rumos da história que acena vir.
Unicamp divulga respostas oficiais da primeira fase
A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) divulgou nesta quinta-feira (20) as respostas esperadas pela banca examinadora para a primeira fase do vestibular 2008/9. A prova foi aplicada no último domingo (16) para 47.066 candidatos dos 49.322. Houve 12 questões discursivas, que exigiam respostas formuladas, por escrito ou com gráficos.
A lista de aprovados na primeira fase e os locais de prova da segunda serão divulgados em 17 de dezembro no UOL Vestibular.
As provas estão marcadas para ocorrer entre 11 e 14 de janeiro de 2009, com a seguinte divisão de disciplinas:
11/01 - Português e biologia 12/01 - Química e história 13/01 - Física e geografia 14/01 - Matemática e inglês
Os candidatos aos cursos de arquitetura e urbanismo, artes cênicas, artes visuais, dança e música terão que passar pela prova de aptidão entre os dias 19 e 22 de janeiro.
A primeira chamada do vestibular será publicada em 5 de fevereiro. As notas desta segunda etapa estarão disponíveis no dia 9 do mesmo mês.
Os vestibulandos disputam 3.434 vagas em 66 cursos da Unicamp e dois cursos da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto).
Inscrições para bolsas do ProUni 2009 começam na segunda-feira
Começam na próxima segunda-feira (24) as inscrições para o ProUni, programa de bolsas de ensino superior do governo federal. As inscrições serão feitas apenas online, pela página do MEC (Ministério da Educação).
O prazo para pedir o benefício vai até as 21h de 12 de dezembro.
Há bolsas integrais e de 50% da mensalidade. O benefício vale para estudantes que ainda não estão matriculados na instituição em que pretendem estudar.
Podem se candidatar às bolsas integrais, é preciso ter renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 622,15 em valores de hoje). As parciais destinam-se àqueles com renda familiar, por pessoa, de até três salários mínimos (R$ 1.245).
Para participar do programa, é necessário ter nota superior a 45 no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2008 - prova objetiva e redação.
Também é requisito ter feito todo o ensino médio em escola pública ou, no caso de escola particular, na condição de bolsista integral. O programa é aberto a alunos que estejam concluindo ou já ter terminado o ensino médio.
Quem já fez um curso superior não pode receber bolsas do ProUni.
Coordenador da Fuvest dá dicas para os vestibulandos
Às vésperas da Fuvest, o maior vestibular do país, o coordenador da seleção, Roberto Costa, recomenda que o candidato conheça seu local de prova e dá dicas para fazer um bom exame. A avaliação será aplicada no próximo domingo (23), e o fechamento dos portões está marcado para as 12h30.
O exame começa às 13h, com duração de cinco horas. Confira como se dar bem na prova, segundo Costa.
G1 - O que fazer no dia da prova para se dar bem? Roberto Costa – A primeira dica é não exagerar nas atividades no dia do exame. O candidato deve procurar acordar normalmente, descansar de manhã e ir para o local de prova alimentado. Deve também ter tranqüilidade no início da prova.
G1 – Existe um procedimento para responder às questões? Costa – O candidato deve procurar ler as questões devagar e, na leitura inicial, já pode assinalar as perguntas que considerar mais fáceis. Depois que fizer a leitura das 90 perguntas e que resolver as fáceis, deve passar para o segundo degrau, com as médias. No terceiro degrau, deve tratar das mais difíceis.
G1 - Como controlar o tempo? Costa – O candidato deve ir com relógio e colocar na frente da carteira para avaliar seu desempenho. O tempo de cada questão é pouco mais do que três minutos, em média. Ele resolve as perguntas em menos tempo ou um pouco mais. Mas deve fazer uma conta globalizada. Se ele responde 30 perguntas, o tempo deve estar em um terço das cinco horas.
G1 – Vale a pena chutar tudo o que não sabe em uma letra só? Costa – Não existe técnica de chute que seja eficiente. O candidato deve responder o máximo possível com os conhecimentos de que dispõe. Quando sobrar um certo número de perguntas que ele não sente capacidade para responder, aí é hora de marcar qualquer alternativa. A resposta correta está em qualquer lugar. Não adianta querer marcar tudo na letra “c”, por exemplo. Isso é bobagem. No chute, é questão de sorte. Os números de alternativas ao longo da prova são mais ou menos equivalentes; nunca vamos fazer uma prova em que uma alternativa seja mais freqüente.
G1 – O senhor recomenda começar por alguma disciplina? Costa – Na prova, não há divisão por disciplina, mas quem tem experiência sabe se a questão vai ser de matemática ou não, por exemplo.
G1 – A Fuvest cobra fórmulas? Costa – Na primeira fase, não adianta chegar com fórmula decorada. Evitamos fazer perguntas que dependam de lembrar de uma fórmula. Na primeira fase, o conhecimento é cobrado mais em extensão do que em produndidade. Na segunda fase, começam a aparecer as fórmulas, mas, mesmo assim, se a pergunta depende de uma fórmula não conhecida, damos a fórmula. A Fuvest não é um exame de pegadinha.
G1 – Muita gente erra no preenchimento do gabarito? Para preenchê-lo, é melhor usar lápis ou caneta? Costa – Uma recomendação que damos no início do exame é que não vai haver tempo adicional para preencher o gabarito. O preenchimento pode ser feito a lápis.
G1 – É importante visitar o local de prova no dia anterior ao do exame? Costa – Sempre recomendamos que as pessoas visitem o local de prova no sábado. Assim, a pessoa vai descobrir o caminho, a condução que serve. As pessoas que chegam atrasadas são, em geral, as que não fizeram esse tipo de procedimento. Elas confiam na sorte e, no domingo, acontece algo que atrapalha a chegada.
G1 – A diminuição ou o aumento da concorrência deve afetar o estudante? Costa – Neste ano, tivemos cerca de 2% a menos de candidatos ao longo de todas as carreiras, o que dá uma pequeníssima diferença. Em algumas carreiras, a concorrência aumentou. Não é por esse caminho que o candidato vai se sentir mais protegido. A mudança na concorrência não influencia.
G1 – Dá para colar na Fuvest? Costa – A prova é apresentada em cinco versões. Na sala de prova, cada vizinho tem um exame diferente do dele. Colar é uma atividade de risco, pois o candidato não sabe bem qual questão está tratando.
G1 – É importante levar um lanche no dia do exame? Costa – Sim, porque o exame é longo. São cinco horas de prova e é possível ter fome. Há candidatos que saem do exame com cara de sofrimento, como que pedindo: "Me dê um lanche, um refrigerante". [risos] Por isso, não custa levar.
Câmara aprova cota em universidades para alunos de escola pública
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (20), um projeto que reserva metade das vagas em universidades públicas federais, vinculadas ao Ministério da Educação, para alunos que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. Dentro desta cota, haverá ainda subcotas para beneficiar negros, indígenas e estudantes de baixa renda. O projeto segue para votação no Senado. Segundo o texto, as universidades teriam quatro anos para se adaptar às cotas.
A divisão destas cotas será feita de acordo com o percentual de negros, pardos e índios encontrados na população do estado em que está a instituição de ensino. Em um estado, por exemplo, que tenha 20% de negros, pelo menos 20% das vagas reservadas a escolas públicas terão de ser ocupadas por negros.
O projeto aprovado pela Câmara também reserva as vagas para as escolas técnicas federais de nível médio. Neste caso, para serem beneficiados pelas cotas os alunos têm de ter cursado integralmente o ensino fundamental em escola pública. Nestas escolas também serão observadas as subcotas, como acontecerá com as universidades.
Uma outra subcota reserva metade das vagas de escola pública para os estudantes que tem renda familiar per capita inferior a 1,5 salário mínimo. O deputado Paulo Renato (PSDB-SP) afirma que este será o critério mais eficiente na redução da desigualdade. “Todos os dados têm dito que é a situação de renda da família que determina o desempenho diferencial entre os estudantes sistemas de ensino”.
O líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS), acredita que o projeto será capaz de melhorar as condições de acesso dos mais pobres às universidades públicas e eliminar diferenciações raciais. “O projeto revoluciona o acesso ao ensino público superior no país. A Câmara hoje marca uma mudança na historia do acesso ao ensino publico superior”.
Além de tornar obrigatórias as cotas para as universidades públicas federais, o projeto abre a possibilidade de que as universidades privadas adotem cotas na forma desta lei.
Tema: O fumo deve ser proibido em todos os lugares?
Fumar respeitando os direitos dos outros
Nota da Redação: 10
Há, hoje em dia, polêmica sobre a permissão do fumo em locais públicos e lugares fechados. Existem aqueles que defendem a proibição, em defesa da saúde daqueles que não fumam e acabam obrigados a inalar a fumaça alheia; e existem aqueles que consideram a proibição do fumo um cerceamento à liberdade individual de cada um.
Não há dúvida de que o cigarro prejudica a saúde das pessoas, isto já foi suficientemente comprovado. Não se discute também que o hábito de fumar deva ser desestimulado, justamente pelos males que causa. Medidas como a proibição à propaganda e a inclusão de advertências nas próprias embalagens dos cigarros, alertando quando a seus males, são plenamente justificáveis.
Caso o tabagismo prejudicasse somente à pessoa que fuma, a intervenção do poder público, com respeito à proibição, seria indevida por estar invadindo o direito individual de cada um. Ainda que o cigarro provoque males à saúde, não cabe ao Estado decidir como cada cidadão deva cuidar de sua saúde; ou então teríamos leis obrigando as pessoas a praticar exercícios físicos e a ter outros hábitos considerados saudáveis.
O problema é que o cigarro também prejudica aos que estiverem próximos ao fumante no momento em que ele fuma, os chamados "fumantes passivos". O "fumante passivo" também quer ver respeitado o seu direito de não fumar, de não prejudicar sua saúde com as substâncias tóxicas do cigarro. A liberação do fumo em qualquer ambiente, desta forma, iria ferir os direitos dos não-fumantes.
A solução, portanto, é garantir o direito de ambos, permitindo o fumo somente em locais abertos ou em locais específicos para este fim, onde o fumante possa exercer à vontade seu direito de prejudicar a si mesmo sem, contudo, prejudicar àqueles que não fumam e não querem conviver com a fumaça do cigarro.
Sem título
Nota da Redação : 1,5
O número de fumantes aumenta a cada dia. É impressionante como essas pessoas não tem amor próprio, nem ao próximo, porque além de se prejudicarem, prejudicam aos que estão ao seu redor.
O fumo tem que ser proibido! Em qualquer ambiente.
Tem que virar lei a proibição do cigarro. Por que se não onde iremos parar?
Se ao invés do cigarro todos praticassem esportes, exercícios tudo seria diferente.
As pessoas hoje em dia não dão muito valor na qualidade de vida.
Só querem saber de diversão.
A conscientização não falta, mas a vontade falta muito.
Autoridades deveriam tomar providências rígidas não colocar uma lei básica. O ideal seria se colocassem uma lei mais pesada em cima disso, aplicar multa em cima de multa.
Tudo bem que cada um tem o direito de fazer o que quizer da vida, mas sem afetar a vida das outras pessoas. Aí já é demais.
A vida é o bem mais precioso de qualquer um.
Se não tiver amor à vida, não tem amor a nada e a ninguém.
O Ministério da Educação determinou o fechamento de 1.337 centros presenciais de cursos de educação a distância.
A medida atinge quatro instituições: Unopar (Universidade Norte do Paraná), Fael (Faculdade Educacional da Lapa), Uniasselvi (Centro Universitário Leonardo da Vinci, em Santa Catarina) e Unitins (Fundação Universidade do Tocantins), como antecipou ontem "O Globo".
Os centros de ensino eram pólos presenciais de educação a distância não credenciados pelo MEC, que, segundo o secretário de Educação a Distância, Carlos Eduardo Bielschowsky, estavam "muito abaixo da crítica".
Entre as medidas que as instituições terão de tomar estão a redução das vagas, a transferência de alunos para pólos credenciados pelo MEC e o fechamento de centros.
A Unopar afirmou, por meio de nota, que não teve redução de vagas. Não é, porém, o que diz trecho do termo de compromisso assinado entre o ministério e a universidade. A pasta diz que, somente se forem verificadas as melhorias acordadas, a Unopar poderá abrir novo vestibular.
A Unitins disse que "a supervisão do MEC (...) redundará em mais melhorias" para os cursos.
A Uniasselvi afirmou que todas as exigências do MEC "serão realizadas pela instituição no próximo ano, como a implantação de melhorias nos pólos". A Fael disse que irá se adaptar às condições do MEC.
17h08min - Tema da redação da Unicamp é relação entre homens e animais
No vestibular deste ano, a redação da Unicamp pediu aos candidatos que discutissem a relação entre o homem e os animais. Isso foi dito ao UOL Vestibular pelos primeiros alunos a deixarem o prédio do Ciclo Básico 2, na cidade universitária em Campinas neste domingo (16).
O tema pegou de surpresa o estudante Lucas Brunetti, 16 anos, que era treineiro para engenharia. "É um assunto pouco discutido", comentou na saída da prova. Já no restante do exame, cujo tema "animais" esteve presente em diversas perguntas, ele disse ter se saído bem uma vez que era cobrado "apenas temas de conhecimento geral".
Pelo que disseram os estudantes, o tema da redação pedia ao candidato que escrevesse sobre os testes de laboratório que envolvem cobaias. "A redação enfocou as experiências científicas com os animais", afirmou o estudante de 18 anos, Adriano Duarte, 18, que está prestando engenharia mecânica. "Para mim, química foi a [disciplina] mais difícil, já biologia foi tranqüilo", observou.
"Havia muita coisa para dizer [sobre o tema da redação]", disse Aline Viveiros, 21, que está concorrendo a uma vaga para licenciatura em biologia. "O tema da redação estava fácil", completou. Segundo ela, "as outras questões todas tinham a ver com animais" e ela disse que foram citadas pecuária e apicultura. "Até a questão que cobrava amônia tinha a ver com a excreção dos peixes", disse.
Para Pedro Campacci, 16 anos, treineiro para engenharia civil e primeiro aluno a deixar o prédio, apenas algumas questões estavam "um pouco complicadas".